As cooperativas financeiras vêm crescendo em abrangência e números de associados, ano após ano. E existem diferenças significativas entre elas e os bancos tradicionais.
Em linhas gerais, o portfólio de produtos é o mesmo ofertado pelos bancos, mas com condições de adesão bem distintas. A diferença que mais chama a atenção são as taxas, que são menores nas cooperativas.
Aliás, enquanto nos bancos os clientes podem ser acionistas ou não, nas cooperativas financeiras existe um sistema de cooperação. Isso é feito por meio da integralização de capital no ato da associação.
Com o tempo, os cooperados podem aportar mais valores, de acordo com suas condições financeiras. No entanto, isso não muda o peso do voto nas decisões em assembleia. Em outras palavras, ele é igualitário, independentemente dos valores aportados.
O impacto é coletivo, visto que, nas cooperativas financeiras, os cooperados é que são os “donos” e o objetivo entre eles é comum: oferecer juros e taxas mais acessíveis a eles próprios, sejam eles empreendedores ou pessoas físicas, bem como contribuir para desenvolvimento da sociedade.
Veja o infográfico, a seguir, para conhecer melhor os números que demonstram a evolução do cooperativismo financeiro no Brasil.

O cooperativismo financeiro é um modelo que se torna cada vez mais conhecido. Como vimos neste conteúdo, os números são bastante expressivos, tanto em associados quanto em indicadores financeiros, mostrando que o movimento cooperativo é forte em todas as regiões do país.
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