Todo mundo já percebeu que a pandemia acelerou o processo de digitalização da vida. De uma hora para outra o home office passou a ser padrão, as salas de aula se tornaram virtuais, o lazer foi para a tela da TV, do notebook, tablet ou celular. Até as compras, inclusive de alimentos, ficaram quase que exclusivamente online. E tudo isso demandou internet, a grande rede que interliga computadores em todo o mundo. Internet cada vez mais rápida e de qualidade.
Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o uso da internet cresceu entre 40% e 50% no Brasil durante a quarentena. Consumo que ocorreu não só nas capitais brasileiras, mas principalmente no interior, que sofreu por meses com as consequências dos elevados índices de contágio do novo coronavírus. Uma oportunidade e tanto aos provedores regionais de internet, que já vinham a todo o vapor conquistando mercado desde o ano passado.
Esse segmento encerrou 2019 como o principal grupo fornecedor de banda larga fixa no Brasil, com 9,88 milhões de conexões, ainda de acordo com a Anatel. Isso representa três vezes mais do que há 10 anos, quando o total de conexões era de 2,45 milhões. O que impressiona ainda mais é o crescimento desses provedores em regiões dominadas por grandes teleoperadoras. No sudeste do país, por exemplo, o aumento do setor no ano passado foi de 32%.
Em entrevista à revista Cocred Mais, proprietários de provedores regionais de internet que são cooperados da Sicoob Cocred destacaram as vantagens deste segmento: proximidade do cliente, atendimento personalizado, preços competitivos e conexão tão boa ou até melhor do que aquela que é oferecida pelas grandes empresas. Clique aqui e confira a matéria completa.