2025: o “Ano Internacional das Cooperativas”

2025: o “Ano Internacional das Cooperativas”

De origem inglesa, o cooperativismo nasceu em meio à Revolução Industrial, em 1844, como resposta às duras condições enfrentadas pelos trabalhadores. Da união de 28 tecelões, um gesto simples de comprar alimentos em maior quantidade para obter preços mais justos deu origem a um modelo que, ao longo de mais de um século e meio, atravessou fronteiras, ganhou força em diversos setores da economia e transformou a vida de milhões de pessoas. Hoje, o cooperativismo é um verdadeiro motor de desenvolvimento mundial.

Segundo a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), o planeta abriga cerca de 3 milhões de cooperativas, que reúnem 1 bilhão de cooperados, o equivalente a 12% da população mundial. Juntas, essas cooperativas geram 280 milhões de empregos e respondem por um faturamento superior a US$ 2,4 trilhões, considerando apenas as 300 maiores. Se fossem um país, essas 300 cooperativas formariam a oitava maior economia do mundo.

O crescimento e o impacto global do cooperativismo são os principais motivos pelos quais, em 19 de junho de 2024, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou 2025 como o “Ano Internacional das Cooperativas”, um reconhecimento que não ocorria desde 2012. Com o tema “Cooperativas constroem um mundo melhor”, a celebração destaca o papel essencial das cooperativas no enfrentamento dos desafios globais da atualidade e sua contribuição direta para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU até 2030.

A data é um chamado à ação, que tem como objetivo aumentar a conscientização pública sobre o modelo, promover ambientes legais e políticos favoráveis para cooperativas em todo o mundo, estimular o crescimento e inspirar novas lideranças, com destaque para a participação atuante da juventude.

O cooperativismo se fundamenta em sete princípios que são a base para sua força e perenidade: adesão livre e voluntária, gestão democrática, participação econômica, autonomia e independência, educação, formação e informação, intercooperação e interesse pela comunidade. Esses princípios garantem que, mesmo diante de desafios, o modelo se mantenha justo, inclusivo e comprometido com o desenvolvimento coletivo.

Cooperativismo no Brasil

Essa força global se reflete no cenário brasileiro, onde o cooperativismo também tem uma trajetória de impacto significativo. A história desse modelo no Brasil remonta a 1889, quando foi fundada a primeira cooperativa de que se tem registro, no estado de Minas Gerais. Ainda incipiente, a proposta ganharia força especialmente com a organização do setor agropecuário e, depois, com a regulamentação do cooperativismo de crédito.

Atualmente, o país conta com mais de 4,5 mil cooperativas ativas, organizadas em sete ramos regulamentados pela Resolução da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) nº 56/2019. Juntas, essas instituições somam mais de 23 milhões de cooperados e são responsáveis por movimentar boa parte da economia nacional, com impacto direto no agronegócio, na geração de empregos, na infraestrutura das cidades, no consumo, no transporte, no acesso à saúde e ao crédito.

Segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro, somente em 2023, as cooperativas brasileiras somaram mais de R$ 1,16 trilhão em ativos e empregaram diretamente mais de 550 mil pessoas. O cooperativismo de crédito, por sua vez, já reúne mais de 17 milhões de cooperados e representa mais de 700 cooperativas espalhadas pelo país.

Entre os sete ramos existentes, o de crédito ocupa uma posição estratégica dentro do modelo, funcionando como alicerce para os demais, financiando desde o plantio nas propriedades rurais até a aquisição de equipamentos por cooperativas de reciclagem. O segmento democratiza o acesso ao sistema financeiro, permitindo que pessoas físicas e jurídicas possam poupar, investir e prosperar de forma justa e igualitária.

A COCRED, com sede em Sertãozinho (SP), é uma das maiores cooperativas de crédito do país. Fundada por 106 produtores rurais em 1969, cresceu fundamentada nos valores cooperativistas e atualmente conta com mais de 80 mil cooperados, atuando com uma carteira de produtos ampla, que vai do crédito rural ao consórcio, da conta digital ao investimento com rentabilidade e segurança.

Na instituição, a lógica adotada é completamente diferente de um banco convencional. Uma cooperativa financeira é uma sociedade de pessoas, e não de capital. Seu principal objetivo não é o lucro, mas a prestação de serviços aos associados. Os cooperados têm voz ativa nas decisões, direito a voto em assembleia, participação na divisão dos resultados, além de serem beneficiados por um modelo com compromisso socioeconômico.

“O cooperativismo de crédito oferece ferramentas para que cada cooperado alcance seus objetivos, mas sempre buscando o desenvolvimento coletivo. O que nos move é o impacto positivo que geramos na vida das pessoas e das comunidades”, afirma Antônio Cláudio Rodrigues, diretor Geral da COCRED. “Temos cooperados que começaram com um pequeno negócio e hoje são empresários bem estruturados. Outros que financiaram o primeiro trator, depois ampliaram a produção, geraram empregos. São histórias reais que mostram como esse suporte financeiro é transformador”, complementa.

Guiada pelos princípios cooperativistas, a COCRED também impulsiona o crescimento de outras cooperativas, gerando uma corrente de desenvolvimento que conecta diferentes setores. Ao apoiar essas iniciativas, o cooperativismo de crédito contribui para o fortalecimento do sistema como um todo e amplia os impactos positivos nas comunidades.

Organizadas em sete ramos — Agropecuário, Consumo, Crédito, Infraestrutura, Saúde, Trabalho, Produção de Bens e Serviços e Transporte —as cooperativas brasileiras formam uma estrutura que permite ao modelo uma atuação abrangente e integrada, respondendo a diferentes necessidades da sociedade.

Antônio Cláudio Rodrigues, diretor Geral da COCRED

Agropecuário

Ramo com maior número de cooperativas espalhadas pelo Brasil, o cooperativismo agropecuário está presente em todos os elos da cadeia produtiva, garantindo aos cooperados acesso a insumos, tecnologias, assistência técnica, armazenagem, agregação de valor e comercialização. O setor representa uma engrenagem fundamental da economia nacional, gerando renda, empregos, desenvolvimento regional e contribuindo diretamente para a segurança alimentar.

Atualmente, o Brasil conta com 1.179 cooperativas agropecuárias, que somam mais de 1 milhão de cooperados e geram aproximadamente 257 mil empregos diretos, de acordo com o Anuário do Cooperativismo. Essas cooperativas investem, anualmente, cerca de R$ 11,68 bilhões em salários e benefícios. Com presença em diferentes frentes do mercado, o ramo agropecuário atua em sete segmentos principais: insumos e bens de fornecimento, produtos não industrializados de origem vegetal e animal, produtos industrializados de origem vegetal e animal, prestação de serviços e educação por meio de escolas técnicas voltadas à produção rural.

O impacto do ramo se traduz, na prática, por meio de cooperativas como a Copercana. Fundada em 1963 por 99 produtores rurais, em Sertãozinho, a cooperativa cresceu de forma sólida e hoje reúne mais de 8 mil cooperados e 1,8 mil colaboradores, consolidando-se como um dos pilares do cooperativismo agropecuário no interior de São Paulo. Com ativos totais superiores a R$ 2 bilhões e faturamento consolidado de R$ 4,85 bilhões em 2024, a Copercana oferece aos seus cooperados acesso a insumos de qualidade, assistência técnica especializada e soluções logísticas que impulsionam a produtividade no campo.

Para o presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Antônio Eduardo Tonielo, a decisão da ONU de instituir 2025 como o “Ano Internacional das Cooperativas” representa um importante reconhecimento ao modelo, que se fortalece por meio de iniciativas de divulgação. “É uma forma de reconhecer o papel fundamental do cooperativismo para o desenvolvimento da sociedade, tanto no aspecto econômico, quanto social e ambiental. Através de reconhecimentos como esse, vamos conseguir engajar cada vez mais as pessoas, levar nossa mensagem à sociedade e demonstrar, na prática, como o cooperativismo pode contribuir para um mundo melhor”, aponta.

Tonielo destaca que a intercooperação – 6º princípio cooperativista – predominante na relação entre a cooperativa e a COCRED, amplia esse alcance ao unir a expertise entre os ramos agropecuário e de crédito. “Uma cooperativa complementa a outra e quem ganha são os cooperados e a comunidade em geral.”

Antônio Eduardo Tonielo, presidente do Conselho de Administração da Copercana

Consumo

Primeiro ramo formalizado dentro do modelo, o cooperativismo de consumo evoluiu e se espalhou pelo mundo, reunindo cooperativas que atuam com compras coletivas de bens e serviços – de supermercados, farmácias e postos de combustíveis a instituições ligadas à educação e ao turismo. A proposta é simples e eficaz: somar o poder de compra dos cooperados para garantir preços mais acessíveis, atendimento qualificado e a sustentabilidade dos negócios envolvidos. No Brasil, em 2023, o ramo consumo era composto por 221 cooperativas, reunindo 2,3 milhões de cooperados e gerando 16 mil empregos diretos. Resultado da atuação de cooperativas em diferentes segmentos como alimentação, vestuário, educação, turismo e saúde.

Entre os exemplos que traduzem esse impacto está a CooperTotal, fundada no final de 2011 e com sede em Jardinópolis (SP), referência no cooperativismo de consumo voltado ao setor farmacêutico. Criada para ampliar o poder de compra das farmácias independentes da rede Drogaria Total frente às grandes redes, a cooperativa nasceu com menos de 100 itens em estoque e uma estrutura modesta em Ribeirão Preto (SP).

Em pouco mais de uma década, se consolidou: são cerca de 680 farmácias atendidas em todo o estado de São Paulo, com distribuição diária de aproximadamente 9 mil itens e uma estrutura de armazenagem que ocupa 8 mil metros quadrados. O crescimento se intensificou a partir de 2018, quando a CooperTotal foi profissionalizada e passou a contar com executivos especializados no setor de distribuição farmacêutica.

Desde então, novos prédios foram adquiridos com apoio da COCRED, reforçando a importância da intercooperação entre cooperativas de diferentes ramos. “A gente tem uma parceria de fato bem importante, que também nos permite trabalhar em condições melhores, mais intimistas do que com os bancos convencionais”, afirma Renato Amorim, diretor Administrativo da CooperTotal. Para ele, a essência da cooperação está em fortalecer o ciclo virtuoso. “Quanto mais a gente concentrar, mais a gente aportar recursos na cooperativa de crédito, mais condição ela vai ter de devolver esses recursos para a gente e, evidentemente, de apoiar a comunidade.”

CooperTotal em Jardinópolis (SP)

Infraestrutura

Seja no campo ou na cidade, nenhuma transformação é possível sem infraestrutura. Com mais de 80 anos de atuação no Brasil, as cooperativas do ramo prestam serviços fundamentais como geração e distribuição de energia elétrica, saneamento básico, telecomunicação, construção civil, irrigação e habitação. Inseridas em diferentes segmentos econômicos, são agentes representativos tanto para os cooperados quanto para o meio social em que atuam, gerando impactos positivos em todas as regiões do país. Em 2023, esse retorno também se refletiu nos números e o ramo alcançou a marca dos 1,5 milhão de cooperados.

Plural, o cooperativismo de infraestrutura é formado por oito segmentos: distribuição de energia, geração de energia, irrigação, telecomunicações, água e saneamento, construção civil habitacional, construção civil comercial e desenvolvimento. As cooperativas de energia, por exemplo, são fundamentais para levar energia elétrica de qualidade a locais que não despertam o interesse de agentes tradicionais do setor, além de contribuírem com o meio ambiente por meio de fontes renováveis.

Somente em 2023, as cooperativas de distribuição de energia garantiram eletricidade a mais de 750 mil domicílios e a Cooperativa de Eletrificação Rural de Tupã (Cert), fundada em 1978, foi uma delas. “O custo para levar energia a alguns pontos é tido como muito alto para as companhias tradicionais. Enquanto na cidade, em cada quilômetro de rede, ligavam 100, 200 consumidores, no campo ligavam apenas um”, explica Edson Orival Schiavon, presidente da cooperativa.

Diante disso, os próprios moradores se uniram para criar a Cert e iniciar a construção das redes por conta própria. Desde então, a cooperativa segue em expansão, com mais de 3 mil associados e cerca de 150 profissionais. Atuando em áreas de difícil acesso, a Cert leva não apenas energia, mas dignidade e permanência no campo. Schiavon ressalta que o trabalho da cooperativa tem contribuído para conter o êxodo rural, criando condições para que os agricultores permaneçam em suas propriedades. “A gente trata isso com muita responsabilidade, levando energia com qualidade para que o homem do campo se estabeleça ali e tenha as mesmas oportunidades que teria na cidade.”

Edson Orival Schiavon, presidente da Cooperativa de Eletrificação Rural de Tupã (SP)

Saúde

Criado para cuidar da saúde humana, o cooperativismo de saúde brasileiro é referência mundial. Reunindo profissionais da área e consumidores de seus serviços, o ramo tem como missão ofertar ou viabilizar o acesso a produtos e atendimentos com foco na promoção da saúde e na qualidade de vida. Em 2023, o ramo contava com 702 cooperativas, somando 254 mil cooperados e gerando 139 mil empregos diretos. Essa presença se espalha por diferentes frentes de atuação, das clínicas às operadoras de planos de saúde, passando por laboratórios, serviços de diagnóstico, consultórios de psicologia e outras.

Muita gente não sabe, mas o Sistema Unimed não só é um sistema de cooperativas, como é o maior em saúde do mundo. Um exemplo local dessa atuação é a Unimed Pitangueiras (SP), que desde 1995 promove um modelo de gestão coletiva e cuidado próximo à comunidade. Com 23 médicos cooperados e mais de 100 colaboradores, a cooperativa valoriza a proximidade e o atendimento humanizado. “O diferencial da Unimed em relação à medicina de grupo é que o cliente é atendido pelo próprio dono”, explica o presidente Marco Antônio de Andrade. Ele destaca que ser cooperado vai além da prática médica: é decidir juntos os rumos da profissão e da assistência à comunidade.

A cooperativa tem forte atuação social, marcando presença em eventos e promovendo ações de prevenção nas praças da cidade. “Fazemos campanha de glicemia, medimos pressão, orientamos sobre vacinas e epidemias. A marca Unimed está na comunidade”, afirma Andrade.

Marco Antônio de Andrade, presidente da Unimed Pitangueiras (SP)

Transporte

No transporte, o cooperativismo abre caminhos e oportunidades. Organizando a prestação de serviços de transporte de cargas e de passageiros no Brasil, promovendo a profissionalização e melhores condições de trabalho aos pequenos e médios transportadores, o ramo abrange diferentes segmentos, como cargas rodoviárias, passageiros coletivo e individual, cargas náuticas e demais serviços. Em ativos totais, foi responsável pela movimentação de R$ 2,9 bilhões em 2023.

Criada em março de 2022, a Cooperativa dos Caminhoneiros de Cravinhos (Coperccrav) nasceu da necessidade de dar voz aos caminhoneiros autônomos e garantir melhores condições para a categoria. “A cooperativa veio porque nós estávamos pagando óleo diesel muito caro. E, quanto mais a gente compra junto, melhor o preço”, conta Jean Carlos Narciso Aparicio, presidente e fundador. Além da economia, a Coperccrav trouxe qualidade de vida. “O cooperado hoje tem um estacionamento, pode descansar com a família. Antes parava o caminhão na porta de casa, não tinha segurança”, lembra.

Com 53 cooperados, a cooperativa também promove eventos como o Encontro do Caminhoneiro, que aproxima os motoristas da comunidade. “Quando comecei com caminhão, minha esposa até ficava meio envergonhada com a profissão. Não sei por que a profissão não era bem-vista. Quando virei presidente, quis trazer a população para ver que o caminhoneiro é uma pessoa de bem.”

Parceira da COCRED, a Coperccrav também encontrou no sistema cooperativo financeiro suporte necessário para crescer. Para o futuro, o objetivo é crescer e se tornar uma das maiores cooperativas de transporte do estado. “O único caminho para o autônomo hoje, que tem seu próprio caminhão, é se juntar a uma cooperativa”, diz.

Jean Carlos Narciso Aparicio, presidente da Coperccrav

Trabalho, Produção de bens e Serviços

No coração de tudo isso está o trabalho. O setor reúne cooperativas que prestam serviços especializados a terceiros ou que atuam na produção de bens. Atualmente, o Brasil conta com 641 cooperativas nesse ramo, que somam mais de 194 mil cooperados. Essas cooperativas atuam em áreas como reciclagem, construção civil, costura, artesanato e serviços gerais, gerando cerca de 13 mil empregos diretos. Em 2023, o setor movimentou R$ 531 milhões em salários e benefícios, promovendo desenvolvimento local, inclusão produtiva e qualidade de vida para milhares de famílias.

Um exemplo concreto dessa atuação pode ser visto em Ribeirão Preto (SP), onde a cooperativa Mãos Dadas, formada majoritariamente por mulheres, foi criada em 2007 por cinco catadores de reciclagem, diante de uma necessidade urgente de profissionalização. “A gente trabalhava, eu e mais cinco pessoas, e ganhava uma cesta básica por mês da assistência social”, conta Iraci Pereira, uma das fundadoras e atual presidente da cooperativa.

A formalização como cooperativa só veio em 2008, ainda em meio a muitas dificuldades. “A gente ganhava R$ 20 por mês, trabalhando.” A virada aconteceu em 2013, quando uma parceria com a prefeitura do município permitiu que o trabalho de coleta e triagem dos materiais reciclados fossem profissionalizadas. Desde então, a cooperativa passou a prestar serviço regular à cidade, aumentando o número de cooperados, promovendo a geração de renda, melhoria das condições de vida e educação ambiental.

Cooperativa de Agentes Ambientais Mãos Dadas, em Ribeirão Preto (SP)

Quebra-cabeça de transformação

Essas histórias não são retratos isolados. Juntas, elas formam uma narrativa real e potente de desenvolvimento em múltiplas frentes. O cooperativismo é forte justamente porque se faz presente onde a sociedade mais precisa, desde o crédito que realiza sonhos e impulsiona negócios, ao trabalho que dignifica e empodera. Essa diversidade de atuação é o reflexo direto dos princípios cooperativistas que guiam cada ação e decisão, garantindo que a cooperação seja sempre justa, democrática e voltada para o bem comum.

Seja no campo, na cidade, na saúde, no transporte, no consumo, na infraestrutura ou no trabalho, as cooperativas tecem uma rede de apoio e progresso que beneficia milhões de pessoas. Elas demonstram que, ao unir forças e compartilhar objetivos, é possível superar desafios e construir um futuro mais equitativo.

É assim que as peças desse quebra-cabeça se encaixam, revelando a capacidade do cooperativismo de transformar realidades e construir um mundo mais justo, próspero e sustentável para todos. Comemorar a chegada dos 56 anos de trajetória da COCRED, em 2025, o “Ano Internacional das Cooperativas”, cercados por histórias inspiradoras, é celebrar a força da cooperação que transforma realidades. Pois, onde há cooperação, há futuro.

Gostou do conteúdo? Clique aqui e leia mais sobre o cenário econômico brasileiro na Edição 46 da Revista Cocred Mais.

E para ficar sempre atualizado sobre as novidades, siga a Sicoob Cocred no InstagramFacebook LinkedIn.

Investimento e segurança: os diferenciais de investir seu patrimônio na COCRED

Governança estratégica e previsibilidade financeira: a estrutura de solidez da COCRED

Conheça os benefícios de se tornar cooperado de uma cooperativa de crédito

Dia Internacional da Proteção de Dados: entenda o que é a LGPD

Investimento e segurança: os diferenciais de investir seu patrimônio na COCRED

Governança estratégica e previsibilidade financeira: a estrutura de solidez da COCRED

Conheça os benefícios de se tornar cooperado de uma cooperativa de crédito

Dia Internacional da Proteção de Dados: entenda o que é a LGPD

Assine e receba nossos conteúdos exclusivos.

Quer fazer parte de nossa cooperativa?

Então, preencha o formulário abaixo!