“Estou tentando manter a rotina na quarentena. Montei uma miniacademia em casa e também nunca fui laugh, laugh, laugh”. Esse é um dos muitos memes que circularam nas redes sociais desde que o isolamento social foi decretado para evitar o avanço do novo coronavírus. Mas, apesar de engraçada, a declaração não representa a realidade sobre a prática de exercícios físicos na pandemia. Muita gente aproveitou o tempo de sobra para se exercitar.
Só para exemplificar, entre fevereiro e abril, a quantidade de downloads dos três maiores aplicativos de treino cresceu em média 291%, segundo levantamento feito pela SimilarWeb, ferramenta de análise de sites e concorrência. Isso demonstra que as plataformas digitais se tornaram alternativa ao fechamento temporário das academias e tendem a continuar crescendo devido à praticidade, disponibilidade e aos preços acessíveis.
Aliás, a maioria dos aplicativos já disponibiliza aulas gratuitas para iniciantes, incluindo algumas dicas de alongamento e de relaxamento, instigando a assinatura dos planos seguintes, que também têm preços bastante atrativos. Algumas ferramentas oferecem até aulas particulares, acompanhamento nutricional e estatística de treino. Mas, nada disso substitui a energia de uma aula funcional ou a motivação de um treino com os amigos.
Na 38ª edição da revista Cocred Mais, cooperados da Sicoob Cocred que são proprietários de academias contam como driblaram a quarentena. Participaram da matéria o personal trainer Junior Godinho, dono da Espaço Fitness, em Sertãozinho, o educador físico Fábio Cremonez Matioli, sócio proprietário da Performance UP, também em Sertãozinho, e o empresário Evandro Fernandes de Lazzari, sócio na rede Pacer, que tem unidades em Ribeirão Preto e Sertãozinho.
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