Está prestes a se aposentar? Entenda as principais mudanças para este ano

Está prestes a se aposentar? Entenda as principais mudanças para este ano

A mudança de perfil populacional e no comportamento das pessoas tem provocado diversas adaptações nos sistemas previdenciários em todo o mundo. Entre os fatores que interferem nesse cenário, estão a maior expectativa de vida e um alto número de jovens da chamada geração nem-nem, que nem estudam nem trabalham.

No Brasil, 15% da população tem mais de 60 anos – cerca de 30 milhões de pessoas –, percentual que deve dobrar até 2050. No caso da geração nem-nem, assim chamada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um em cada cinco jovens entre 15 e 29 anos está nessa situação – cerca de 10,9 milhões.

Agora, vejamos. São menos pessoas sustentando a Previdência Social e mais pessoas precisando contar com ela para viver bem a velhice. A conta não fecha. Para se precaver de problemas para pagar os aposentados, o Brasil aprovou, em novembro de 2019, a polêmica Reforma da Previdência, que, para alguns, significou a retirada de direitos dos trabalhadores; para outros, uma medida necessária.

Se você está pensando em se aposentar ou já se planejando para isso, aproveitamos a semana do Dia do Aposentado, comemorado em 24 de janeiro, para mostrar o que muda já este ano. Primeiro, no entanto, é preciso se atentar aos tipos de regras em vigor. Isso porque, para que a nova política entrasse em operação, foi preciso estabelecer fases de transição para as pessoas que já contribuíam antes da reforma, ou seja, um processo de passagem entre as medidas antigas e as novas.

Essa fase de transição possui cinco regras. Para cada uma, o valor do benefício e o tempo que falta para a aposentadoria podem mudar. Nesse caso, cabe ao trabalhador avaliar as opções e decidir qual é a melhor para seu caso. Vamos a elas:

Por idade

Caso o contribuinte queira se aposentar por idade, deve ter, no mínimo, 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. Para elas, o tempo contribuição deve ter sido de, no mínimo, 15 anos. E, para eles, de 20 anos.

Por tempo de contribuição + idade

Se optar por essa regra, o trabalhador deve ter, no mínimo, 30 anos de contribuição para mulheres e 35 para homens. Mesmo tendo atingido esses tempos, não é possível pedir a aposentadoria a qualquer momento. Para isso, as mulheres devem ter, pelo menos, 58 anos e meio de idade, e os homens, 63 anos e meio. A cada ano, essa exigência aumenta em meio ano. Em 2024, serão 59 para mulheres e 64 para homens. Em 2025, 59 e meio para mulheres e 64 e meio para homens. E assim sucessivamente, até chegar, em 2031, a 62 anos para mulheres e 65 para homens.

Pedágio de 50%

Por essa regra, trabalhadores que estavam perto de se aposentar antes da promulgação da reforma precisam estender o tempo de serviço em 50% do tempo que faltava para parar de trabalhar. Para alguém que tivesse contribuído por 31 anos, faltando quatro para atingir o mínimo de 35 anos exigido, o prazo restante passou a ser de seis anos, ou seja, quatro que faltavam mais dois (50%).

 Pedágio de 100%

Essa regra funciona como a do pedágio de 50%, com a diferença de que é preciso cumprir o dobro do tempo que faltava para se aposentar. Nesse caso, é possível obter um valor maior de benefício.

Pontos

Caso escolha essa regra, o trabalhador precisa somar a sua idade com seu tempo de contribuição. O resultado desta conta, em 2014, precisa ser de 91 anos para mulheres e 101 para homens. Os valores também são progressivos, aumentando em 1 ponto a cada dois anos. Como a última elevação foi em 31 de dezembro de 2022, a próxima está prevista para 31 de dezembro de 2024, para 92 no caso das mulheres e 102 para homens.

Em caso de dúvidas, o INSS disponibiliza uma ferramenta para calcular as condições para a aposentadoria. Basta acessar “Meu INSS” (clique aqui), informar CPF e senha, clicar em “Do você precisa?” e escrever “Simular aposentadoria”. É possível fazer a consulta para todas as regras vigentes.

Consignado

Caso já tenha conseguido se aposentar e mas precisa de uma força para os compromissos financeiros deste início de ano ou para curtir o Carnaval em família, a Sicoob Cocred realiza, até o dia 2 de fevereiro, a campanha “Consignado Folia”, que oferece taxas especiais, de 1,23% ao mês para Consignado INSS, e de 1,15% ao mês para Consignado SIAPE – Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos.

Para saber mais, clique aqui e acesse a matéria completa.

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