Mudanças no Pix 2025: entenda as novas funcionalidades do sistema de pagamentos instantâneos

Mudanças no Pix 2025: entenda as novas funcionalidades do sistema de pagamentos instantâneos

Está por dentro das mudanças no Pix? Nos últimos meses, o sistema de pagamentos instantâneos Pix se tornou um dos assuntos mais comentados no Brasil. Com o grande volume de notícias e atualizações, pode ter sido um desafio acompanhar todas as novidades, mas não se preocupe! A Sicoob Cocred vai te explicar as principais mudanças implementadas e o que ainda está por vir em 2025.

Com os valores de Inovação e Simplicidade, a Cocred está sempre atenta às transformações do mercado e aos novos mecanismos que tornam o dia a dia dos cooperados mais prático e dinâmico. A cooperativa segue se adaptando às práticas e serviços mais modernos para garantir a oferta da melhor experiência financeira.

Implementado no Brasil em novembro de 2020, o Pix veio justamente para descomplicar a rotina e facilitar os pagamentos – agora feitos de modo instantâneo. Mas antes de detalhar as mudanças recentes no sistema, é importante esclarecer um ponto fundamental:

⚠️O Pix continua sendo um sistema sem impostos ou taxas adicionais para pessoas físicas, funcionando da mesma forma desde a sua implementação em 2020. No início deste ano, informações equivocadas circularam na mídia após uma Instrução Normativa da Receita Federal ser anunciada pelo Governo Federal.

Dias após o anúncio, a instrução que aumentava os valores a serem reportados foi revogada e a mesma regra que já valia foi mantida. Ou seja, as instituições financeiras continuam sendo obrigadas a reportarem semestralmente dados sobre transações via Pix acima de R$ 2 mil para pessoas físicas e de R$ 6 mil para as pessoas jurídicas.

Mecanismo de segurança

A mudança mais recente foi anunciada pelo Banco Central nesta quinta-feira, dia 06 março de 2025. A partir de agora, as instituições financeiras e de pagamento deverão garantir que os nomes das pessoas e das empresas vinculadas às chaves Pix estejam em conformidade com os registros da Receita Federal, tanto de CPF quanto de CNPJ.

Isso significa que, sempre que uma operação envolver uma chave Pix, será feita uma verificação para garantir que os nomes sejam consistentes com os dados da Receita Federal.

O objetivo dessa medida é combater fraudes, tornando mais difícil para golpistas manterem chaves Pix com nomes diferentes daqueles registrados nas bases oficiais. As chaves de CPFs e CNPJs com situações irregulares, como “suspensa”, “cancelada” ou “falecido”, não poderão mais ser registradas no sistema.

A mudança não altera em nada a forma como as pessoas e as empresas fazem ou recebem Pix, se tratando apenas de uma medida operacional para tornar o sistema mais seguro. Além disso, também não será mais possível que pessoas e empresas reivindiquem a posse de um e-mail, tornando a opção permitida apenas em casos de chaves do tipo celular.

Por fim, o BC liberou a realização de devolução de qualquer valor em dispositivos de acesso não cadastrados. De acordo com o anúncio, a medida que restringia a iniciação de transações Pix em dispositivos de acesso não-cadastrados a valor de, no máximo, R$ 200, que entrou em vigor em novembro de 2024, estava impedindo que transações de devolução de boa-fé iniciadas pelo próprio recebedor fossem feitas a partir de dispositivos não-cadastrados.

Pagamento por aproximação

Implementada em 28 de fevereiro de 2025, a mudança trouxe o pagamento por aproximação ao Pix, seguindo a tendência do “aproximou, pagou”. Agora, realizar pagamentos ficou ainda mais rápido: basta aproximar o celular da maquininha de cartão para que a transação seja concluída. A novidade está sendo incorporada aos poucos pelas instituições financeiras.

Antes dessa mudança, os pagamentos via Pix eram rápidos, mas o cliente precisava abrir o aplicativo da instituição financeira, escolher a opção de pagamento, como chave Pix ou leitura de QR Code, para seguir com a transação. Agora, com o pagamento por aproximação, esse processo ficou ainda mais simplificado, tornando o Pix tão prático quanto os pagamentos por aproximação realizados com cartões de crédito e débito.

Pagamento de boletos

Desde fevereiro de 2025, boletos podem ser pagos não apenas pelo tradicional código de barras, mas também via Pix. Aprovada pelo Banco Central, a mudança permite que boletos emitidos tenham um QR Code exclusivo para pagamento instantâneo.

A principal vantagem dessa inovação é a compensação imediata do pagamento, sem a necessidade de aguardar dias úteis para a confirmação, como ocorre com boletos convencionais. No entanto, somente boletos emitidos com QR Code para Pix podem ser pagos dessa forma.

Pix Saque e Troco

Desde 2024, o Pix Saque e o Pix Troco tiveram seus limites ampliados, tornando as retiradas em dinheiro mais acessíveis:

Limite diurno: passou de R$ 500 para R$ 3.000

Limite noturno: passou de R$ 100 para R$ 1.000

Com esses novos limites, os usuários podem contar com mais liberdade para realizar saques sem depender exclusivamente de caixas eletrônicos ou agências bancárias. No caso do Pix Saque, o cliente faz um pagamento via Pix em um estabelecimento e recebe o valor pago em dinheiro.  Já no caso do Pix Troco, o cliente paga um valor maior na compra e recebe o troco em dinheiro pelo Pix.

O que ainda está por vir?

Além das novidades já implementadas, o Pix vai passar por mais mudanças ao longo de 2025. Uma das mais esperadas é a funcionalidade de pagamento automático, prevista para ser lançada em 16 de junho deste ano. Também conhecida como “Pix Recorrente”, essa novidade tem como objetivo reduzir custos operacionais e diminuir a inadimplência para empresas e negócios.

Com essa funcionalidade, os usuários poderão programar pagamentos recorrentes, como mensalidades escolares, planos de saúde e assinaturas de serviços de streaming, sem precisar autenticar cada transação. A transação será processada automaticamente, facilitando ainda mais a rotina dos brasileiros.

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