Rotativo do cartão: saiba como funciona e conheça as novas regras

Rotativo do cartão: saiba como funciona e conheça as novas regras

Usar o cartão de crédito para fazer compras e depois não conseguir quitar toda a dívida é um comportamento recorrente dos brasileiros. Quando isso acontece, as pessoas caem no crédito rotativo, que consiste em pagar apenas parte do débito, adiando o restante para os meses seguintes, ou parcelar a dívida.

Esse tipo de decisão pode não ser a melhor por causa dos juros e encargos, que, até o final do ano passado, podiam chegar, segundo o Banco Central (BC), a 445%, ou seja, cada R$ 1 gasto se transformava em até R$ 5,45.

A regra mudou a partir do último dia 3 de janeiro, quando entrou em vigor a lei que instituiu o Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas do Governo Federal. Pela nova norma, o total de juros e encargos não pode ultrapassar 100% sobre o valor original da dívida do cartão. O mesmo R$ 1 gasto pode chegar, no máximo, a R$ 2.

Crédito justo

Em cooperativas financeiras, como a Sicoob Cocred, uma das vantagens é que o crédito já era mais acessível antes mesmo da mudança. Os juros do Sicoobcard, por exemplo, o cartão de crédito da cooperativa, são reconhecidos como os mais baixos do mercado. Você também pode obter descontos na anuidade, parcelar as compras em até 36 vezes e trocar pontos acumulados por produtos, viagens e muito mais no Coopera, programa de marketplace do Sicoob.

Além do cartão, a cooperativa oferece outras opções em crédito para os momentos de aperto financeiro e, também, para a realização de sonhos, como a compra de um carro ou da casa própria. As taxas são menores em relação aos bancos convencionais e você participa, ainda, da distribuição dos resultados da instituição ao final de cada exercício anual – as chamadas Sobras.

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Educação financeira

Segundo o Banco Central, as mudanças no rotativo do cartão devem vir acompanhadas de programas de educação financeira, visando aproximar as pessoas de práticas de crédito responsável. Eles estão previstos na Resolução Conjunta 8, de 21 de dezembro de 2023, que estabelece ações para organização e planejamento do orçamento pessoal e familiar, formação de poupança e resiliência financeira, além de prevenção ao superendividamento e à inadimplência – que devem ser implementadas, inclusive, por cooperativas de crédito, como a Sicoob Cocred.

A boa notícia é que a preocupação em levar educação financeira, tanto aos cooperados quanto às comunidades onde a Cocred está inserida, é de longa data. Praticamente desde a fundação da cooperativa, em 1969.

Atualmente, a instituição investe em projetos como o Conta com a Cocred Jovem, curso de educação financeira gratuito e totalmente online a jovens de 15 a 22 anos que estejam cursando ou já concluíram o Ensino Médio. Desde 2021, cinco turmas foram formadas, num total de 428 estudantes. Os que demonstram melhores desempenhos nas atividades ganham prêmios e são cadastrados no Banco de Talentos da Cocred, podendo ser contratados pela cooperativa – 15 deles já conseguiram vaga dessa maneira.

O curso coloca em pauta, durante quatro sábados, com workshops que têm duração de 1h30 cada, temas como orçamento doméstico, controles de despesas e receitas, importância de poupar, opções de investimentos, entre outros.

Há, também, o Se Liga Finanças, curso online com aulas gravadas, que podem ser acessadas a qualquer momento, além de palestras, conteúdos em mídias sociais, entre outras ações gratuitas, realizadas durante a Semana de Educação Financeira (ENEF), promovida pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF).

Outro projeto é o Clínicas Financeiras, que leva para espaços públicos, geralmente uma praça, de municípios onde a Cocred mantém agências, orientação financeira gratuita à população, em temas como endividamento e renegociação de dívidas, investimentos, empreendedorismo, Imposto de Renda e produtos da Cocred, como renda fixa, crédito consignado e poupança.

Mais uma mudança: DOC deixa de existir

Entre as novidades anunciadas nas instituições financeiras para este início de ano, está ainda a extinção do DOC (Documento de Ordem de Crédito), que permitiu agendamento de transferências apenas até as 22h desta segunda-feira (15/01). O último prazo possível para que as transferências programadas sejam processadas é o dia 29 de fevereiro.

O TEC (Transferência Especial de Crédito), usado por empresas para pagamento de funcionários, também não será mais oferecido. A expectativa, agora, é pela inutilização do TED (Transferência Eletrônica Direta), mas ainda não foram oficializadas alterações nessa modalidade.

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) explica que esses meios de pagamento perderam espaço para o PIX.

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