Sicoob Cocred completa 51 anos e cresce em meio à crise

Sicoob Cocred completa 51 anos e cresce em meio à crise

Utilizando satélites e sensores em solo, cientistas da Nasa identificaram que as medidas de isolamento social reduziram o nível de poluição na atmosfera. Europeus também ficaram encantados com peixes passeando pelas águas cristalinas dos canais de Veneza, antes escuras e mal cheirosas, porque a visitação turística foi suspensa na quarentena imposta aos italianos.

Os exemplos demonstram que quando o homem se une por um objetivo comum é possível transformar a história. Quando o meio é a cooperação, sempre dá certo. E é justamente esse princípio que levou a Sicoob Cocred a alcançar 51 anos, com a certeza de que o cooperativismo pode promover justiça financeira e prosperidade. Cooperar pode transformar a sociedade e o mundo.

Criada em 1969 com o objetivo de estimular a atividade agropecuária na região de Sertãozinho, oferecendo recursos e crédito com prazos e juros melhores aos produtores rurais, a Cocred carrega nas raízes não só a busca pelo desenvolvimento econômico e social, mas a construção de uma sociedade mais justa, equilibrada e com melhores oportunidades para todos.

É por isso que a Cocred se tornou uma das maiores cooperativas de crédito do país e, mesmo em tempos de pandemia, continua crescendo. No primeiro semestre desse ano os ativos totais alcançaram R$ 4,593 bilhões, aumento de 14,81%. Entre dezembro de 2019 e junho deste ano, a carteira de crédito passou de R$ 2,612 bilhões para R$ 2,933 bilhões, evolução de 12,28%.

A pandemia também não diminuiu a confiança dos cooperados e isso pode ser demonstrado pelo crescimento de quase 20% em depósitos e investimentos em Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), que atingiram a marca de R$ 2,956 bilhões. Já o patrimônio líquido passou de R$ 745,9 milhões, em dezembro, para R$ 751,8 milhões, em junho – alta de 0,78% em seis meses.

Por fim, a cooperativa está se tornando cada vez mais forte com a adesão de novos cooperados. Entre janeiro e junho, o quadro social evoluiu 4%. Já são 42.806 cooperados em todo o interior paulista. Um dos mais antigos deles, o produtor rural Paulo César Canesin, de 69 anos, morador de Sertãozinho, recorda com saudosismo o início da Cocred, a partir da demanda dos próprios produtores rurais.

“O cooperativismo sempre nos ajudou em insumos, em tecnologia, em crédito, em auxílio jurídico, que é muito importante. Quando a Cocred começou era bem pequena. Ela cresceu porque sempre ofereceu muitos benefícios, principalmente aos produtores. Todo mundo procurava a Cocred para ter aquele ‘empurrãozinho’. Até hoje o acesso é muito fácil e isso é o mais importante”, diz.

Canesin conta que a confiança no cooperativismo foi transmitida quase que geneticamente. O pai dele, Pedro Canesin Filho, foi vice-presidente da Copercana, coirmã da Cocred. De geração em geração, os princípios da cooperação foram transmitidos pela família até chegar ao administrador de empresas Pedro Canesin Neto, de 37 anos, também cooperado Cocred.

“O cooperativismo é muito importante, ainda mais na situação socioeconômica que o país se encontra. A gente tem que unir forças e as cooperativas são, na essência, exatamente isso. Acho que a relação com a Cocred se define em uma palavra: confiança. É uma instituição sólida, bem estruturada. A gente conhece todo mundo, se sente de casa”, afirma Pedro.

Produtor de cana-de-açúcar desde 1959, o agricultor Antônio Wilson Lovato, de 85 anos, morador de Pitangueiras, é até suspeito ao comentar os resultados da Cocred, afinal, ele foi um dos primeiros cooperados. Lovato conta que naquela época os recursos do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) – autarquia federal que incentivava o setor sucroalcooleiro – não chegavam ao interior paulista.

“A Cocred foi fundada porque a gente não tinha juros baixos. Então, resolvemos fundar a cooperativa de crédito e no começo foi difícil. Ninguém pegava cheque da Cocred, porque não era uma cooperativa conhecida. Eu tinha que andar com dois talões de cheque no bolso. Mas, a gente sempre teve todos os benefícios de um banco e ainda um serviço personalizado”, diz.

Aliás, até hoje é assim na Cocred, que oferece os mesmos produtos e serviços de um banco comercial, mas com taxas e juros menores, e atendimento diferenciado. Por isso, a cooperativa também se tornou tradição na família Lovato. Além do patriarca, os dois filhos são cooperados: o engenheiro civil Luis Antônio Lovato, de 46 anos, e o médico Wilson José Lovato, de 49 anos.

Luis Antônio é responsável pela administração dos negócios da família e conta que acompanhou cada etapa de desenvolvimento da Cocred. Ele lembra, por exemplo, que em 1997 o portfólio de produtos e serviços cresceu depois da criação do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), que passou a oferecer respaldo normativo e contribuir com o fortalecimento das cooperativas de crédito.

“Coincidentemente, em 1995 havíamos dividido a antiga sociedade. Estávamos sozinhos e de lá para cá crescemos 300%, sempre em parceria com a Cocred. Quando precisamos de recurso, encontramos as portas da Cocred sempre abertas. Hoje, a gente trabalha praticamente 100% com a cooperativa. A instituição é sinônimo de confiança e de parceria”, conclui.

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