Solidariedade e digitalização: os legados da pandemia no varejo

Solidariedade e digitalização: os legados da pandemia no varejo

Diante do avanço da pandemia e dos suscetíveis adiamentos da quarentena, que manteve a maioria dos comércios fechados, poucos varejistas teriam a coragem de cortar 80% dos salários dos seus principais executivos e reduzir pela metade as remunerações dos diretores e membros do Conselho de Administração para manter empregos e não encerrar as operações nas lojas físicas. Mas, essa foi a decisão tomada pelo Magazine Luiza.

E não apenas isso. O auxílio-creche pago a cerca de 5,5 mil funcionárias cujos filhos têm até 10 anos de idade foi dobrado. As equipes de logística e distribuição, que continuaram trabalhando, receberam aumento de salário.

O Conselho de Administração também cancelou a distribuição de dividendos adicionais que somavam R$ 290,914 milhões. Ficou decidida a distribuição de apenas R$ 170 milhões, cerca de 19,35% do lucro líquido apurado no exercício, para preservação do caixa.

Mesmo sem saber os rumos da economia, o Magazine Luiza continuou investindo pesado em e-commerce e lançou uma plataforma digital para auxiliar micro e pequenos empreendedores do varejo a manter os negócios “abertos”, inclusive sem cobrar a entrega pelos Correios.

A adoção de todas essas medidas fez a varejista se destacar ainda mais. As operações de e-commerce, que seguiam em crescimento, decolaram. Como consequência, os papeis da empresa (MGLU3) ficaram entre os que mais valorizaram nos últimos meses.

E à frente desse resultado está uma figura conhecida pela maioria dos brasileiros: Luiza Helena Trajano, sobrinha dos fundadores, que começou a trabalhar na empresa aos 12 anos e hoje, aos 69, preside o Conselho de Administração do Magazine Luiza.

Luiza Helena é uma das principais vozes do empresariado brasileiro e a mulher mais rica do país, cuja fortuna alcança US$ 4,3 bilhões. Em entrevista à revista Cocred Mais, a empresária explicou por que a transformação digital é imprescindível e ainda mais importante a partir de agora.

Para Luiza Helena, a pandemia deixa como legado a solidariedade, a consciência coletiva e a digitalização, destacando que manter-se otimista é enfrentar os problemas de frente e não ficar paralisado diante do medo. Confira a entrevista completa clicando aqui.

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