O cooperativismo é um modelo econômico essencialmente fundamentado na confiança que, por definição, é a crença de que algo é bem-feito e capaz de cumprir seu propósito. No caso das cooperativas de crédito, como a Sicoob Cocred, essa confiança é fortalecida por mecanismos que garantem segurança aos cooperados.
Um deles é o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), instrumento que reforça a credibilidade de um modelo baseado na transparência e na gestão responsável.
Em outras palavras, é graças ao FGCoop, aliado à conduta responsável das cooperativas, que o associado pode investir com tranquilidade e confiança. Criado em 2013 pelo Banco Central (BC) como parte da rede de proteção do Sistema Financeiro Nacional, o fundo tem como objetivo garantir a estabilidade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), assegurando os recursos dos cooperados.
Não é a primeira vez que a Cocred fala sobre o FGCoop e o termo vai aparecer outras vezes por aqui. Somado a isso, é importante que você conheça os detalhes de cada processo que envolva o seu dinheiro. Confira tudo o que precisa saber sobre o tema.
O que é o FGCoop?
O FGCoop é um fundo financeiro alimentado, exclusivamente, pela contribuição periódica das cooperativas de crédito. O objetivo da criação do fundo é garantir a segurança dos investimentos dos associados durante situações adversas, como no caso de uma cooperativa, por qualquer que seja o problema, não conseguir pagar os cooperados. Em ocasiões como essa, o BC prevê a cobertura de até R$ 250 mil por membro de cada cooperativa, por meio do FGCoop.
Por quem o FGCoop é administrado?
O Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito é uma associação civil, sem fins lucrativos, de direito privado e atuação nacional. Em razão dessas características, o FGCoop é gerido, simultaneamente, por um Conselho de Administração e um Conselho Fiscal. O primeiro é encarregado de planejar e supervisionar as operações do fundo. Já o segundo, fiscaliza as atividades econômicas.
As cooperativas de crédito associadas são as responsáveis por eleger os membros da diretoria e de cada conselho. Apesar disso, os nomes precisam da aprovação do Banco Central. Os recursos do FGCoop são levantados pelas instituições que contribuem mensalmente com 0,0125% sobre o total dos saldos das contas.
Quais tipos de investimentos o FGCoop cobre?
Embora seja bastante abrangente, o FGCoop não cobre todas as modalidades de aplicações financeiras oferecidas pelas cooperativas. É possível proteger o seu dinheiro fazendo apenas investimentos contemplados pelo fundo. Veja alguns:
- Aplicações à vista ou sacáveis com aviso prévio;
- Aplicações na poupança;
- Aplicações a prazo, com ou sem certificado, como RDC (Recibo de Depósito Cooperativo);
- Aplicações em Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), entre outras.
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Agora que sabe que investir é mais seguro, que tal reavaliar a vida financeira e começar ou intensificar suas aplicações? Conheça duas linhas de investimento em renda-fixa disponíveis na Cocred:
- Letra de Crédito do Agronegócio (LCA): essa é uma alternativa de baixo risco, isenta de Imposto de Renda (IR) e de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Na LCA, é possível combinar o valor do resgate logo na contratação. Clique aqui e saiba mais.
- Recibo de Depósito Cooperativo (RDC): é um investimento em renda fixa em que as aplicações não sofrem as variações do mercado. Os juros são calculados e pagos todos os dias. No RDC Progressivo, as aplicações crescem proporcionalmente ao tempo em que permanecem investidas. Clique aqui e saiba mais.
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